Cabeceira

Página

Estou lendo “A Mulher Calada”, de Janet Malcolm.

Na fila estão “You Get So Alone at Times It Just Makes Sense” de Charles Bukowski, “Algo de Lo Sagrado”, de Omar Pérez López, “Asterios Polyp”, de David Mazzucchelli. “Batman: The Long Halloween”, de Jeph Loeb e Tim Sale, “Special Exits”, de Joyce Farmer, “Catatau”, de Paulo Leminski, “Arara Bêbada”, de Dalton Trevisan, “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams, “The Melancholy Death of Oyster Boy”, de Tim Burton, “Hell’s Angels”, de Hunter S. Thompson, “Testigo de Uno Mismo”, de Mario Benedetti, “Hotel World”, de Ali Smith, “Ensaio Sobre a Cegueira”, de José Saramago (nem adianta me olhar com essa cara), “Dublinesca”, de Enrique Vila-Matas, o próprio “Ulysses”, de James Joyce (idem parêntese acima),  “A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água”, de Jorge Amado, “A Guimba”, de Will Self, e o segundo volume de Sandman, “The Doll’s House”, que pega poeira aqui há mais de ano. Na verdade a fila é imensa e só aumenta, criei isso aqui para tomar vergonha na cara mesmo.

Também aceito de presente “Mamãe Não Voltou do Supermercado”, de Mário Bortolotto, “The Graveyard Book”, de Neil Gaiman, e “Daytripper”, de Fábio Moon e Gabriel Bá.

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