Estou lendo “Do Fundo do Poço Se Vê a Lua”, de Joca Reiners Terron. Paralelamente também folheio “Cartas de Aniversário”, de Ted Hughes, e releio “O Cheiro do Ralo”, de Lourenço Mutarelli.
Na fila estão “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams, “The Melancholy Death of Oyster Boy”, de Tim Burton, “Hell’s Angels”, de Hunter S. Thompson, “Testigo de Uno Mismo”, de Mario Benedetti, “Hotel World”, de Ali Smith, ”Ensaio Sobre a Cegueira”, de José Saramago (nem adianta me olhar com essa cara), ”Dublinesca”, de Enrique Vila-Matas, o próprio “Ulysses”, de James Joyce (idem parêntese acima), ”A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água”, de Jorge Amado, ”A Guimba”, de Will Self, e o segundo volume de Sandman, “The Doll’s House”, que pega poeira aqui há mais de ano. Na verdade a fila é imensa, criei isso aqui para tomar vergonha na cara mesmo.
Também aceito de presente “The Graveyard Book”, de Neil Gaiman, e “Daytripper”, de Fábio Moon e Gabriel Bá.